Mostrar mensagens com a etiqueta Isto não é bonito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Isto não é bonito. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Durante uma certa aula...

Professora: Ó G, estás aí virada para o J, depois diz que é ele que te chateia. Mas tu também aproveitas, J, a rede é grande, não é...
=
T: E os peixes são poucos....
=
GARGALHADA GERAL!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Eu bem avisei...

Sim, eu bem disse que ainda me ia rir muito no laboratório. Só não pensei que a primeira causa de muitas gargalhadas tivesse de vir do meu grupo.
Ora bem, estávamos a aquecer uma coisinha dentro de um recipiente próprio colocado por cima de uma placa térmica, quando ouvimos um som. E pronto, lá partiu o recipiente, lá ficou o seu conteúdo a saltar um pouquinho, lá ficaram todos de boca aberta. Mas a culpa não foi nossa, segundo a professora. Ela disse que o material é que estava danificado e que, portanto, não se tratou de negligência da nossa parte.
De qualquer forma, e apesar da minha reacção na altura ter sido rir (porque eu nunca ajo adequadamente), dou agora por mim a pensar no acidente que poderia ter ocorrido se alguém estivesse por perto. Felizmente não aconteceu nada. E isso é que interessa. Os ses coloco-os atrás das costas. Não há que lamentar.

P.S.: Por acaso até tenho de me lamentar de uma coisa. ODEIO trabalhos de grupo. Porque muitos não querem fazer nada e aproveitam-se. E outros querem fazer tudo às três pancadas. E ainda há outros que nem fazem nem deixam fazer. Porque sou muito certinha e stressada e isto e assado... Olha, deixa ser!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Senhor condutor, por favor.

Já lá vai uma semana de aulas, se contarmos com a apresentação. Mas eu não estou aqui para contar a quantos dias vamos, até porque é suposto escrever algo divertido. Sendo assim, apenas vos venho falar das coisas parvas que têm acontecido. Onde? Perguntam vocês. E eu respondo. No caminho casa-escola, escola-casa.
Para mim, o secundário sempre significou uma coisa: andar de autocarro. No início deste ano lectivo, ainda tentei aproveitar ao máximo as boleias do meu pai. Mas agora, tornou-se impossível continuar com este ritmo, até porque já tirei passe e, se não o usar, de que me vale? 
Ontem foi a minha estreia por estas andanças. Lá fui eu, acompanhada por três rapariguinhas. Esperámos uns minutos e, entretanto, lá chegou o autocarro. Estava com um bocado de medo, nem sabia bem o que fazer. Lá tirei o passe, mostrei-o ao homenzinho e, enquanto entrava na camioneta, vi que estava vulnerável aos olhares de todos os passageiros. Senti-me intimidada, sem dúvida. 
Hoje, aconteceram também duas coisas interessantes. Em primeiro lugar, estava a acabar de entrar quando o condutor dá uma arrancadela no autocarro. Lá fica a Joana a balouçar de um lado para o outro, tentando fazer com que a sua mochila não caísse em cima de ninguém. Em segundo lugar, tive de tocar a campaínha para sair. Eu sei que é banal, mas sou tão tímida que até disso tenho medo!
Já no trajecto a pé, sim, porque mesmo que vá de camioneta para a escola ainda tenho de percorrer alguns metros a pé, também têm acontecido coisas muito interessantes, que passo a enumerar:
1-Uma amiga minha levou com um dejecto de pombo no casaco.
2-Eu calquei dejectos animais e tive de ir lavar as sapatilhas às ervinhas. NO-JO!
3-Estou sempre a torcer-me toda enquanto caminho. Isto por causa das pedrinhas das ruas.
4-Em alguns locais, vai a Joana sossegadita a caminhar quando lhe aparece um cão a ladrar do portão e ela dá um grande salto.
5-Estava num banco na rua a preparar-me para caminhar, quando o sistema de rega é activado. Felizmente, não me molhei.
6-Não há 6. Acho que é só. Penso que já têm muito material para se rirem!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A vida tem destas coisas!


Todos tivemos um professor que nos marcou de alguma forma durante o nosso percurso escolar. Pela fisiologia, maneira de falar, gestos um tanto ao quanto duvidosos, forma de vestir, simpatia, arrogância ou outra coisa qualquer, provavelmente existe alguém que ainda hoje recordamos. E também eu relembro uma pessoa que tão cedo não será esquecida…
Era na aula de Geografia. Os primeiros (chicos-espertos) a chegar eram os mais inteligentes e sentavam-se nas mesas do fundo, enquanto os últimos teriam de ficar com os primeiros lugares da sala.
Penso que a professora nunca percebeu o motivo deste comportamento e, admito, nem eu percebia antes de me sentar naquela mesa, naquele traumatizante dia. Ela falava, falava e falava ainda mais. Com o passar do tempo, ia-me sentindo um pouco molhada, assim como a mesa, os cadernos e o meu colega do lado se deparavam com o mesmo. Não a julgo pela falta de contenção dos líquidos salivares, como é óbvio, mas que não deixava de ser constrangedor, lá isso! Talvez este não seja um bom motivo para que eu recorde esta senhora, porque no fundo não deixava de ser atenciosa connosco. Mas, uma coisa é certa: ela ficou na história das suas turmas.
Por mais estranho que possa parecer, no início de cada ano lectivo ainda me corre o pensamento toda esta situação. Provavelmente, é um dos motivos pelos quais me sento nos últimos lugares da sala e se querem um bom conselho, aqui fica: pelo sim e pelo não, façam o mesmo!